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terça-feira, 7 de junho de 2011

Bisfenol: perigo presente em mamadeiras


Cuidado com o que você tem dado ao seu filho!

A mamadeira que você usa para alimentar seu filho pode oferecer riscos à saúde dele. A matéria-prima para a confecção de mamadeiras, o plástico, tem como componente uma substância denominada Bisfenol A.
Bisfenol A entra na composição do plástico para oferecer maleabilidade, ou seja, sem ela o plástico fica duro e quebradiço. Estudos mostram que o acúmulo deste aditivo pode provocar câncer, está também associado à puberdade precoce em meninas, uma vez que imita o hormônio Estrogênio. A substância em questão também está presente em outros objetos plásticos, mas veja agora por que crianças são alvo principal:
A contaminação


Quando aquecemos líquidos dentro da mamadeira, como o leite, por exemplo, esta desloca seus componentes (dentre eles o Bisfenol) para o líquido, sendo assim, o alimento vai ficar contaminado pelas substâncias presentes no plástico da mamadeira. Como as crianças são mais frágeis, acabam se tornando as maiores vítimas.


Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), a quantidade de Bisfenol A presente em mamadeiras (0,6 mg/Kg) não afeta a saúde. Em contrapartida, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), aconselha a suspensão do uso alegando não haver níveis seguros: “na dúvida é melhor não arriscar”.


Mas existem alguns plásticos que não contêm tal substância, é o chamado BPA-free, e por isso sua utilização vem crescendo muito, principalmente em países de primeiro mundo, como os Estados Unidos por exemplo.


O melhor seria substituir a mamadeira de seu filho pelo copinho para servir líquidos, segundo especialistas, este método é mais seguro, uma vez que as mamadeiras são suspeitas de causar danos às articulações faciais e provocar alterações ortodônticas.


Fonte de pesquisa: Equipe Brasil Escola




quinta-feira, 28 de abril de 2011

Trabalho voluntário


Em 2008 fiz uma cirurgia no Hospital Erasto Gaertner e comecei a ver de perto o trabalho das mulheres da Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC), as crianças as chamam de “fadinha rosa”.
É um trabalho lindo criado em 1954, seu objetivo principal era angariar recursos para a construção de um abrigo que atenderia cancerosos carentes. O projeto ganhou forças, atualmente são 400 voluntárias e voluntários em Curitiba, atuam em diversos setores dentro e fora do hospital, oferecendo assistência especializada e condições mais humanas durante o tratamento. Fazem campanhas de prevenção, em diversos pontos do estado.
Arrecadam doações de roupas, calçados, produtos da cesta básica, copos descartáveis, guardanapos, entre  outros produtos e equipamentos

Interessou-se por este trabalho magnífico? Ajude-o ligando para